Saiba como otimizar a gestão técnica de um edifício ao mesmo tempo que reduz as faturas mensais

22.05.2014

 

A gestão de um edifício sustentável implica uma especial atenção com o uso eficiente dos recursos financeiros e energéticos, mas também com a qualidade do ambiente interior e consequentes implicações sobre a saúde e produtividade dos seus utilizadores. É neste contexto que uma solução de monitorização avançada como o Kisense se apresenta como uma ferramenta valiosa, ao fornecer informação-chave para a tomada de decisões relativas à gestão técnica de um edifício e à otimização dos recursos energéticos.


Para gerir qualquer quantia, é preciso conhecer quando, como, e porquê essa quantia está a ser consumida ou produzida. Assim, para que os técnicos e diretores de manutenção de um edifício possam levar a cabo uma eficiente gestão energética é preciso terem informação atempada e fiável sobre o consumo de energia, conhecer os históricos, receber alertas e avisos em caso de desvios ao normal funcionamento da instalação.


Em muitos casos, a única informação que recebem é a das faturas de energia. O problema é que a frequência e os erros de faturação comuns não fornecem detalhes suficientes para haver gestão de energia. A situação é agravada pelo uso de contas estimadas que impedem os clientes de auferir um retrato exato de quanto, como, onde e porquê é que a energia é consumida.


Um responsável pela manutenção precisa primeiro de compreender o consumo de energia, o que, dado o elevado grau de detalhe de um edifício, é impraticável fazer de forma eficaz manualmente. A monitorização avançada, suportada pelos chamados “contadores inteligentes”, fornece dados regulares de consumo, permitindo uma gestão mais próxima do consumo real de energia. É frequentemente usada nos três serviços públicos (eletricidade, água e gás), trazendo consigo uma série de vantagens que justificam o investimento inicial.


Em termos gerais, monitorização avançada é qualquer sistema de medição que proporciona maior grau de dados para além do consumo de energia que é utilizado para a faturação de base. A solução que a ISA apresenta de monitorização avançada para gestão e supervisão central em edifícios é o Kisense.


O Kisense permite uma rentabilização dos recursos sem prejuízo das condições necessárias à utilização dos edifícios, facilitando aos responsáveis pela manutenção controlar autonomamente a energia como recurso controlável que é, eliminando todas as fontes de desperdício e melhorando automaticamente o funcionamento das instalações.


O Kisense é capaz de medir remotamente consumos de energia (elétrica, gás e água) em edifícios, estando dotado de plataformas capazes de tratar milhares de fluxos de dados provenientes de sensores e contadores, armazenar esses dados e processá-los, permitindo assim que os utilizadores acedam à informação já tratada.


Esta solução permite assim obter, através de uma única plataforma, toda a informação necessária a uma eficaz manutenção, conservação e controlo dos sistemas e equipamentos: dá ao utilizador informação detalhada sobre o consumo dos vários equipamentos, sistemas e áreas do edifício, bem como o poder de controlar de forma remota o seu funcionamento. É uma solução complementar aos Sistemas de Gestão Técnica instalados nalguns edifícios. Enquanto estes sistemas fornecem informação mais operacional sobre o funcionamento dos sistemas instalados permitindo, entre outras coisas, algumas operações remotas, o Kisense olha sobretudo para o consumo geral e específico de instalações e sistemas consumidores, retirando informação e facultando dados relevantes sobre o perfil de consumo da instalação, alertando quem gere a instalação para desvios, emitindo relatórios e apoiando a tomada de decisão.


O Kisense permite a integração com sistemas já instalados, minimizando o investimento inicial requerido. Foi desenhada de forma a que técnicos e diretores de manutenção, mas também outros responsáveis pela utilização e gestão do edifício tenham a informação e ferramentas para a tomada de decisões relativas à gestão energética. A recuperação do investimento inicial, em média, é conseguida em menos de 2 anos, sendo nalguns casos inferior a 1 ano.

 

 

< Voltar

 

Please reload